Feliz Aniversário!

Sei lá, sexta foi meu aniversário, nem sei se é pra comemorar ou não, pois afinal: é mais um ano de vida ou menos um ano de vida? É mais um ano de vida que se foi, ou seja, o tempo ta passando…
Mas deixando as questões existêncialistas de meia idade de lado, eu me peguei pensando na palavra que mais se pensa nesta “data querida”: vida.

Eu vivo falando pelos cantos que eu perdi 17 anos da minha vida, pois não era convertido, mas será que hoje, anos depois, eu estou aproveitando ou recuperando esse tempo perdido? Cara, 20 anos é um momento muito importante, o primeiro digito muda e se entra em uma nova década, uma nova “categoria-social”. Eu acho que todos uma vez na vida em seu aniversário se pegam pensando nisso: o que estou fazendo da minha vida? Será que essa idade realmente corresponde a mim? Eu estou ficando mais velho ou mais experiente? Putz, eu e minhas perguntas…

Muitas pessoas dizem que eu tenho mente de 26 pra cima, outros dizem que eu tenho cara de 28, e a única coisa que eu consigo tirar de interessante nesse post é que a idade não importa, o que importa é a mente, se ela é madura o suficiente para receber determinadas responsabilidades. Então pra que eu escrevi esse post enorme? rs

Vai Queimar no Inferno!

Depois de estar feliz com a notícia sobre o Lucas Souza eu fiquei triste, fiquei tempo de mais na net e meu pai “falou” (leia-se gritou) no meu ouvido, isso é normal, eu + ele = incêndio florestal (Não! Ele desobedece ao pai! Vai queimar no inferno!). Então na maior cara de pau eu continuei meu amado domingo, eu que não assisto por nada aquilo que as pessoas chamam de televisão, acabei revendo meu mais que amado anime “História de Fantasmas”, depois a emocionante corrida da Formula 1 e deprimentemente encerrei o dia (era de tarde… da pra ver que eu não faço nada da vida) vendo um Reallity Show xerox de The Osbournes chamando de Run’s House no Multi-Show da Net pirata do meu pai. (não! ele tem net pirata! vai queimar no inferno!).

O mais impressionante é que esse seriado me de um pai rapper/hip-hoper (?)  me deu um soco na cara: o pai tinha que escolher entre quem ficaria triste, ele ou suas filhas. Se elas ficassem em casa seriam infelizes, se saíssem, ele seria infeliz. O que ele fez? Preparou tudo para elas saírem confortáveis e ainda deu o um poodle pra uma delas. Porque? Ele simplesmente pensou: se ele as fizesse ficar em casa elas seriam infelizes, conseqüentemente ele também, então ele as deixou ir, deixando elas felizes, deram um abraço nele e disseram que o amam, então ele ficou feliz por elas estarem felizes. Foi nessa hora que eu chorei… No fim do dia ele ficou sabendo que sua mulher estava grávida… de uma menina… (não! ele é emo! vai queimar no inferno!).

Às vezes temos que abdicar de algumas coisas que nos deixam felizes para que mais pessoas sejam felizes.

Ah! Como eu amo os Domingos

Que imagem tosca!!É até engraçado dizer isso, mas não é porque é dia de Igreja que eu amo os domingos (e deveria ser por isso?).

É o começo da semana – embora meu calendário comece na segunda, vide ao lado – amanhã ou hoje, você vai trabalhar, vai se estressar e vai querer xingar alguém, mas qual diferença faz? Todo dia é assim mesmo.

Atualmente os domingos estão sendo especiais pra mim pelo simples fato de que ele só me traz (estou comendo uma banana) coisas boas pela manhã, não que eu acorde cedo para receber notícias boas ou para ir para a Igreja – eu não vou – mas inacreditavelmente sempre que eu acordo cedo aos domingos – de madrugada para ser mais exato – eu recebo algo bom no meu e-mail particular do Dot.

O primeiro e-mail foi de uma boa blogueira – ou seria uma blogueira boa? rs – de nome Claudia Leitte que meio por acaso resolveu comentar em meu Blog. Pra que? Sei lá, só sei que me valeu alguns comentários (100 comentários para ser mais exato) e muitos acessos (mais do que eu podia contar nos dedos, me empresta os seus?).

Agora um tal de Lucas Souza (esse é só bom cantor!) aceitou meu convite de realizar uma entrevista comigo, legal né? Glória a Deus pela vida dele!

To pedindo ajuda na divulgação e na elaboração de perguntas, não porque eu não tenha criatividade, mas para que os leitores saibam do artista o que querem saber do artista (sim! eu penso em você!). Me ajude lá no meu outro Blog, conto com você.

Ah! Bons ventos de Domingo… Sopram boas notícias!

Subida ao Monte

Morro da Pedra BrancaAinda no ônibus, aquela típica cena: casa de tijólos mal embolsadas, lojinhas, outdoors, típico bairro carioca, sempre o de sempre, aquelas mulheres na rua e seus shortinhos e suas blusinhas, e seus filhos magrelos sendo arrastados segurados pela mãe enquanto o pai de braços cruzados anda do outro lado, “typical” (Mute Math). Eu não via a hora de subir o Morro da Pedra Branca, um portal para o outro mundo, que desagua na Av. das Américas, bem ali no Recreio Shopping, Barra da Tijuca.

Ainda naquele caminho eu já podia ver, por mais que o 853 (Campo Grande – Barra) se arraste-se lentamente, Cannaã estava ali do outro lado (Como eu pude usar os nomes Campo Grande e Cannaã na mesma frase?). A cada curva uma surpresa, cada paisagem uma lembrança. A vista do morro para a Barra é linda, você precisa ver, por mais que sejam apenas casas e gramas ainda sim é melhor do que a janela lá do quarto.

Depois de atravessar o portal lá estava o outro mundo, aquele que você sabe que está ali e você sempre viu e sempre o esqueceu, nem tão perto que se possa ir a pé, nem tão longe que se deva ir de carro. Bonito, até o ar é diferente. Era engraçado ver que não havia terra ali, os jardins, gramados, o verde era tudo em areia de praia, legal né? Passando pelas concesionárias de carros, eu via muitos Mercedes, BMWs e até Jaguars a venda, legal né? Aqueles predios enormes de apartamentos… cursinhos de inglês que mais pareciam uma galeria inteira e o mais impressionante é que o que mais se via era novos conjuntos residencias, apartamentos e condomínios sendo construídos, um mais lindo que o outro. O que me deixou mais “estranhado” naquele lugar foi que não havia lojinhas para se comprar nada, e para que deveria ter? De lado a lado, sempre há um shopping pertinho de você! Legal né? Porque eu fui morar do outro lado em…?

O adeus ao outro mundo fui simples e singelo, um ônibus lotado, três domesticas falando de suas patrõas atrás de mim e um sentimento único: Ainda bem que eu estou voltando! Voltar a realidade é ainda melhor do que sair dela, porque há sempre aquele gostinho de quero mais que te faz voltar de novo, é o que te prende ao mundo fora da sua realidade, entrar e sair dele.

É impressionante o mundo lindo que há pertinho de tudo, um lugar inexplorável para quem já foi lá, é sempre uma novidade! Há sempre novidades! Devo voltar mais algumas vezes, quantas eu não sei, só sei que um dia eu posso não mais voltar desse novo mundo… Legal né?